terça-feira, 17 de novembro de 2009

Epidérmico!

"[...]

Você planeja terminar um relacionamento. Chegou à conclusão que não quer mais ter a seu lado uma pessoa distante, que não leva nada à sério, que vive contando piadinhas preconceituosas e que não parece estar muito apaixonado.

Por que levar a história adiante? Melhor terminar tudo hoje mesmo. Marca um encontro. Ele chega no horário, você também. Começam a conversar. Você engata o assunto. Para sua surpresa, ele ficou triste. Não quer se separar de você. E para provar, segura seu rosto com as duas mãos e tasca-lhe um beijo. Danou-se.

Onde foram parar as teorias, os diálogos que você planejou, a decisão que parecia irrevogável? Tomaram Doril. Você agora está sob os efeitos do cheiro dele, está rendida ao gosto dele, está ligada a ele pela derme e epiderme.

A gravação do seu celular informa: seus neurônios estão fora da área de cobertura ou desligados.

Isso nunca aconteceu com você?

[...]"

(Amor Epidérmico - Martha Medeiros)
Deixo aqui algo que alguém escreveu e me descreve por tabela.
Obs: Acho que descrições, questionamentos e afins devem ser a pauta da minha próxima autoanálise. Está virando um certo tipo de mania, obcessão... enfim.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Descreva-se, se puder!

Ah o mundo virtual. Twitter, blogs, orkut. Temos aqui uma vida virtual.

Visitando profiles, twitters, blogs e afins. Descobri que pessoas tem uma super dificuldade em se descrever e acabam optando por colocar um pedaço de música que resuma um pouco de sua personalidade.

Resolvi colocar a minha descrição aqui:

"Thais Leal (21), como fazem nos jornais, estudante de sistemas de informação, professora, aficionada por programação e desenhos animados. Virginiana, analista, ascendente em escorpião, geniosa, lua em peixes, uma romântica incorrigível. Ah, escritora também. E leitora. E orkuteira. E baladeira. E apaixonada, mesmo que seja por um pedaço de papel ou lembrança ligada a músicas de axé.

Alguém que se descreve com músicas, prende o choro sem motivo no meio da rua e que como professora não tem vergonha de dizer quando não sabe alguma coisa (Mas logo após sai correndo para o Goooogle procurar).

Enfim, Thaís Leal, Thai, Carrie, Sapita... palavras, nomes, nicks que descrevem um ser humano de comportamento um tanto quanto peculiar. "

Será que eu realmente preciso dizer mais alguma coisa?!

Está lançado o desafio, Descreva-se, se puder!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

A frase da moda.

Mundo moderno, cheio de obrigações e prioridades. Eu tenho as minhas, entre essas prioridades estão faculdade, curso, trabalho, buscar um trabalho novo e quem sabe, finalmente, encontrar um grande amor.
Ai eu encontro um problemão. Eu coloquei a minha lista... em importância de prioridade. Talvez um novo amor esteja em último lugar, isso é um fato. Mas isso não significa que eu não abra mão, de vez em quando, de algum compromisso menos importante em virtude desse novo amor.
Nos dias de hoje, as pessoas realmente tem muitas prioridades voltadas para o lado profissional e deixam que o lado pessoal se resolva por si só. Eu sou uma delas, mas como eu já disse eu sou uma incendiária inspiradíssima. Então não adianta, só de profissional eu não vivo.
Romance, casinho, namoro, casamento, é o tipo de relação que requer cumplicidade, dedicação, retribuição de sentimentos. Não adianta buscar algo de alguém que realmente não te vê como uma das prioridades. Vejam bem. Eu disse: "uma das prioridades". Não precisa ser absoluta, rainha, única, mas preciso no mínimo ser uma das.
Todo mundo fantasia a idéia de que o legal é ser solteiro, várias baladas, várias festinhas. Eu experimento isso e sinceramente já não é mais tão legal. É confortável estar assim, você vive relações cheias de pretenções, mas não tem o compromisso. Sem fidelidade, sem obrigações, mas no fundo... é o que todo mundo quer. Mais cedo ou mais tarde.
Certo dia me perguntaram: "Qual é a diferença entre ficar e namorar?"
Agora eu respondo:
O compromisso e a vontade de dar um passo rumo ao futuro misterioso todos os dias, juntos.
Eis a frase dos tempos modernos: "Não trate como prioridade, quem te trata como opção". Eu mudaria o opção por "opção - ocasião", mas.

Inspiração: Aldo Novak.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Café sem açúcar!



Vivo uma fase meio:


"Mas ficou tudo fora de lugar
Café sem açúcar, dança sem par".


Sem graça, confesso. Mas sei que é apenas o início de um novo incêndio.
É um fato, eu sou uma incendiária. Daqui a pouco acho outra fonte de calor, impossível ou não, invisto todas as minhas pequenas e sinceras faíscas, crescendo, pouco a pouco, incendiando, doendo, fazendo doer. E tudo começa outra vez.


"I gotta take a little time,
A little time to think things over
I better read between the lines,
In case I need it when I'm older"
sábado, 7 de novembro de 2009

Sobre Tatuagens.

Muitas são as dúvidas que cercam pessoas que buscam fazer tatuagens. Eu sou uma delas. Se realmente fosse fazer tudo aquilo que me vem a cabeça, eu já teria uma entrada USB atrás da orelha, um gato de cabeça para baixo na batata da perna e quem sabe um botão de "desligar" perto do pé.
Bom, essas idéias não são só minhas, por esses dias achei um site com imagens de pessoas que tatuaram isso ou mais ou menos isso. Tudo em nome do amor que todos eles tem a tecnologia.
Por questões de evolução de pensamento, tatuagens não são mais vistas como símbolo de marginalidade ou outras coisas ruins. Muito pelo contrário, penso eu, tatuagem é vista com a representação gráfica de tudo aquilo que determinada pessoa ama/se dedica/sente.






Fontes:
http://superdicas.de/imagens/chegou-a-vez-dos-nerds-se-tatuarem.html
http://superdicas.de/imagens/tatuagens-geeks-que-nao-sao-vistas-todos-os-dias.html
quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Ansiedade, consumismo e um cadinho de sentimentalismo.

É engraçada a forma como determinadas preocupações causam reações diferentes em mim. Talvez sejam o tais hormônios, talvez sejam os tais problemas. O fato é que: Tenho aqui um cartão de crédito, uma conta ativa e "verde" e muitos impulsos de comprar absolutamente tudo bonitinho que vejo pela frente. Sempre com a desculpa "Nossa, preciso tanto disso".

Para quem não sabe, minha mãe número 3 está internada e isso me preocupa demais. Tudo aconteceu rápido demais, dolorido demais. Tão dolorido que até hoje (um mês depois) e eu ainda reluto em ir ao hospital nos dias de visita.

Descobri que questiono demais coisas que não devem ser questionadas, apenas vividas. Mas é tão difícil... sentir, querer, não ter e não saber o porque. Apenas aceitar. Não deveria, mas eu quero saber o porque, como, quando, onde. Sou louca por isso?

Fato que estou em um momento de transição, fato que tudo já não é como era antes, mas dai a dizer que eu cometeria a ousadia de gostar de ficar sozinha já é o cúmulo. Risos.

O foco é outro, a vontades são mais intensas e é isso!

"O que me faz feliz

São coisas pequenas"



domingo, 1 de novembro de 2009

Chuva, chuva, chuva.

Chuva, inspira reflexão, calmaria, algumas horas em casa.

O fato de estar chovendo me deixa inquieta, idéias na cabeça e algumas sacolas de shopping nas mãos. O problema é que tenho me sentido sozinha. Morar sozinho não é para qualquer mortal. Eu sou um mortal que precisa de contato, seja lá de quem for.
É certo que a liberdade que tenho hoje em dia em infinitamente maior do que a quando mamãe morava comigo. Mas a solidão só eu sei.
Tenho reparado que meus posts aqui tem sido sempre tão confusos, as vezes até desconexos. Isso, eu acho, faz parte do processo de "autoconhecimento" que eu teimei em inventar.
Coração calmo, batendo, sem muito o que dizer, apenas esperar.
Em resumo: final de semana chato, domingo com cara de segunda feira.

Vontade: Frio de fazer o nariz gelar, um abraço quentinho e cama!
Realidade: Shopping, cartão de crédito no bolso e chuva.

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