Apenas um desabafo.
O fim!
Fim de relacionamento é uma época meio complicada. Dependendo do tipo de pessoa, é uma guerra de acusações ou uma novela mexicana.
Apesar disso tudo, sempre tem um lado que sofre mais do que o outro. E esse mesmo lado, geralmente, é composto por alguém que não sabe se sofre porque tudo acabou ou se sofre porque o outro também não sente o mesmo.
Talvez isso tenha uma explicação considerável.
Você se envolve, se dedica, se doa, se dá. Do outro lado tem apenas alguém que recebe, mas não faz o mínimo esforço para retribuir.
Das duas uma. Ou você está sozinha em um relacionamento imaginário ou se relaciona com alguém que viu em você uma oportunidade perfeita de ter tudo "do bom e do melhor" (sentimentalmente falando) sem um pingo de esforço.
Algumas pessoas se envolvem tanto na tarefa de "fazer o outro o mais feliz possível" que não percebem que podem estar sendo egoístas. Sim! Egoístas.
Essas pessoas estão vivendo um relacionamento(ou sei lá o que) sozinhos. E quando se vive algo sozinho, é IMPOSSÍVEL obter respostas. É como fazer perguntas a uma parede.
Parede ou pessoa. Você sabe que vai doer, inteligente é quem percebe isso logo e parte para a próxima, rômantico é aquele que insiste e acha que um dia a tal porta pode ganhar vida.
Bloqueio criativo-sentimental...
A tal inspiração tem brincado de 'esconde-esconde' comigo; Quando posso escrever, ela some. Quando não posso, ela aparece.
Eu fiz planos concretos de modo de vida e resolvi executar todos esses, mas existem determinadas coisas que não dependem de mim. Minha vida mudou de rumo em menos de 15 dias. E todos os planos foram sutilmente desfeitos por uma unica parte de mim que não me obedece: o meu coração.
Eu não sei como descrever exatamente o que está acontecendo, não sei mesmo. Mas me limito a dizer que tenho me perdido dentro de olhares e toda vez que lembro sinto vontade de chorar, de alegria.
Então fico assim, meio ausente-presente, olhando, fotografando, sentindo, deitando em puffs por ai...
Sem mais,
Thaís Leal.
Natal.
Pensando, pensando, pensando sobre o que escrever, visto que o natal pede isso. Passei o dia inteiro pensando.
Participei de uma dinâmica de grupo no trabalho. Cada um deveria contar qual foi o seu melhor natal. Todos contaram, alguns envergonhados, outro nem tanto e no fim quem comandava a brincadeira toda começou a contar qual foi o seu melhor natal:
"Quando eu era criança eu morria de vontade de ganhar uma lata de biscoitos. Isso a muitos anos atras.
Naquela época essa tal lata de biscoitos era artigo de luxo, mas mesmo assim pedi a tal lata de presente.
No natal meus pais me deram a lata de presente, mas quando fui pegar a lata senti que a mesma estava leve demais e por fim percebi que a lata estava pela metade. Mesmo assim eu fiquei tão, mas tão feliz... era o meu sonho ganhar aquela lata de biscoitos.
Esse foi o meu melhor natal. Porque eu ganhei a lata de biscoitos."
É uma história boba, coisa de criança. Mas... me levou a pensar numa série de outras coisas.
O amor desses pais por essa pessoa, não puderam dar uma "lata" inteira, mas deram o quanto podiam.
Natal é isso, é mostrar de alguma forma o quanto você ama uma outra pessoa, não precisa ser com latas de biscoito ou presentes e sim com atitudes.
E outra, nunca se esqueçam que vocês podem ter tudo aquilo que sonham... pode ser que recebam os sonhos de vocês pela metade, como a mocinha da lata, mas mesmo assim... continua sendo o sonho de vocês.
Usarei o blog para desejar a todos aqueles que ainda leem isso aqui um feliz natal.
Que vocês possam estar do lado de quem amam nessa data tão especial.
Que vocês saibam que me fazem muito, muito, muito feliz.
Simplicidade.

Você passa parte da vida acreditando que o que é realmente certo é abrir mão de determinados prazeres, pessoas, amores e costumes.
Se dedica a uma carreira, a um tipo de vida que pra você sempre foi o certo, o perfeito, o ideal. Consegue chegar a esse tipo.
Certo dia você acorda e vê que o tempo passou, seu amor está tão londe de você que você mal consegue lembrar como que é o rosto dele.
Sair já não é mais uma coisa especial. A noite é apenas um estado de espírito... e a tal da inspiração é como um sonho distante.
Ahhhh, respire fundo, apenas sinta. De que lado ficar? Para onde seguir? Como? Quando? Porque?
Se questiona o tempo todo e não vive.
No fundo, você deseja a simplicidade das coisas. Alguém que te ame ali mesmo, do lado da sua casa, ir ao cinema no final de semana, a rotina da faculdade, trabalho, curso, academia e afins. Você não deseja grandes e cinematográficos amores. Você deseja momentos, amores, amigos, todos eles simples.
A simplicidade não é uma faca de dois ou um lado. É uma faca de aço, só.
And so it's...
Sempre que se adia uma decisão importante o que se encontra é um problema muito maior do que se pensa.
O bom não é exatamente tomar a decisão, mas o fato de ter dito o que deveria dizer, feito exatamente o que deveria fazer e perceber que todo aquele discurso na frente do espelho ficou muito melhor ao vivo.
Coração leve, sensação de recomeço, mas em alguns casos... essa sensação, não representa um começo efetivo, apenas o início dele.
Pois bem, inicia-se uma fase que parece começar e recomeçar milhares e milhares de vezes em uma única vida.
Primeira fase o vazio é como uma casa vazia, sem paredes, toda pintada de branco, por dentro de por fora.
Cuide!
"Palavras duras em voz de veludo, Novela.

Você briga, acha que a pessoa só serviu para tirar sua vida de um rumo que considerava certo. Enfim.
Certas horas dá vontade de mudar de mundo, deixar pra lá.
"Não vai dar certo mesmo, vou parar de insistir." - Você tenta se enganar.
Desespero, conformidade, carinho e saudade. Você passa por todas essas etapas, vai e volta, vai e volta. No final das contas morre de medo, no final das contas queria sair por ai, gritar o nome da pessoa, passar o dia inteiro conversando e falando besteira.
"- Vai embora!
- Vai ser feliz com ele, eu já dei a minha benção.
- Tá, tudo bem, eu vou tentar ser feliz com ele. Se não der com ele eu vou tentar com outro. Mas, do que adianta eu tentar com ele com outros se é você que eu quero?"
(Nelinha e Zeca, em Tempos modernos)
Medrosa ou corajosa demais?
Borboletas na barriga.
- Borboletas, por favor, saiam dai. Saiam de dentro da minha barriga. Só não sentiu isso quem nunca se apaixonou. Só não sente isso quem nunca teve um encontro com cara de acaso. Que nunca foi alvo de uma saudade esquisita em que nunca se beijou o amado, mas não se faz tão necessário quanto se pensa.
Quando você se pega gostando de alguém e esse alguém é O alguém, algumas coisas parecem deixar de fazer sentido.
Toda mulher sonha em encontrar um cara legal. Toda.
Sempre sonhei em encontrar alguém que se preocupasse comigo, que me fizesse rir quando não deve e que estivesse do meu lado, seja 2hs da manhã de uma segunda feira de trabalho ou em uma véspera de sábado.
"A sensação é a de que eu usei o perfume que estou sentindo agora. Mas o perfume não está em mim. Ele está nas minhas lembranças recentes. A vida dá muitas voltas e eu me pego agora totalmente tonta, inebriada, confusa com tudo, absolutamente tudo que você fala, faz e demonstra. Sabe porque?
É extremamente coerente. "
É assim? Gostar de alguém é assim?
Pois bem, eu estou gostando.
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As coisas acontecem quando teimam que tem que acontecer.
Humanos têm a mania de querer fazer acontecer justamente tudo aquilo que se tem que deixar acontecer e como não seria diferente, eu sou assim.Querer fazer acontecer tem ligação direta com o medo de se frustar por esperar demais e não acontecer. A questão é que tem que se ter sentidos aguçados o suficiente para diferenciar oportunidades em que devemos realmente correr atras, de fatos que devemos deixar acontecer.
Eu tenho a síndrome do faço agora e não espero acontecer, sou extremamente impulsiva e pró-ativa (quando quero). Quando se fala de sentimentos então, sai de baixo. Sou do tipo que "não tem choro nem vela", se tiver com vontade de ligar, ligo. Se tiver com vontade de beijar, beijo. Encontrar com alguém da internet na portaria do meu prédio, encontro.
Eu gosto do fator risco. Gosto não, aprendi a gostar e assim vou vivendo em meu cassino particular. Apostando pedaços do meu coração convertidos em fichas.
Jardins e o recomeço...
Mas e agora? O que fazer com os sábados e domingos, antes tão cheios de compromissos e agora tão vazios?
Os amigos parecem sentir e se afastam. Você talvez não seja uma boa companhia, conta sempre a mesma história, fala as mesmas coisas a respeito do seu comportamento O comportamento dele. Deplorável. Triste.
Diz que nunca mais vai se deixar levar por alguma situação parecida. Balela.
Os dias se passam, coração quieto, esvaziando feito uma piscina de plástico em um dia de calor, você não quer esvaziar, mas precisa.
Tudo parece ser tão normal, tão esperado, mas dói... mesmo assim não para de acontecer. Aceitar, viver e esquecer. Eis o caminho.
Aceitar, você aceita.
Viver, você vive. Mas se irrita com as constantes provas de que a pessoa ainda está por ali... seja por uma música que você ouve alguém cantarolando na rua (que é justamente a primeira música que você ouviu a pessoa cantarolando), por alguém falando alguma coisa do bairro aonde a pessoa mora, enfim. Parece que o mundo gira por isso... parece que tudo conspira para fazer você lembrar.
Mesmo assim você vive, sente um leve alívio. A sensação de sufoco aos poucos passa. Os sábados viram dia de descanso e quem sabe uma boa saidinha com os amigos.
E ai meu bem, sinal de que começou o processo de esquecer.
Você vai esquecendo, vivendo, aceitando. Tudo ao mesmo tempo. Não busca motivos. Apenas tenta esquecer certos detalhes.
Certamente irá pensar no início de tudo, irá se culpar por uma série de coisas, irá sorrir sozinho, sorrir e chorar, sorrir de tristeza e chorar de saudades. Mas é assim mesmo. Só se pensa no início quando se chega ao fim.
Irá se dar conta que foi egoísta, viveu uma coisa sozinho. Viveu uma história consigo mesmo. Mas não se preocupe. Acontece. Sentimentos são feitos para serem sentidos e não necessariamente correspondidos. Aconteceu comigo, com você e vai continuar acontecendo.
Ano novo X Inspiração
Ah 2009, vá com Deus.Epidérmico!
(Amor Epidérmico - Martha Medeiros)
Descreva-se, se puder!
Visitando profiles, twitters, blogs e afins. Descobri que pessoas tem uma super dificuldade em se descrever e acabam optando por colocar um pedaço de música que resuma um pouco de sua personalidade.
Resolvi colocar a minha descrição aqui:
"Thais Leal (21), como fazem nos jornais, estudante de sistemas de informação, professora, aficionada por programação e desenhos animados. Virginiana, analista, ascendente em escorpião, geniosa, lua em peixes, uma romântica incorrigível. Ah, escritora também. E leitora. E orkuteira. E baladeira. E apaixonada, mesmo que seja por um pedaço de papel ou lembrança ligada a músicas de axé.
Alguém que se descreve com músicas, prende o choro sem motivo no meio da rua e que como professora não tem vergonha de dizer quando não sabe alguma coisa (Mas logo após sai correndo para o Goooogle procurar).
Enfim, Thaís Leal, Thai, Carrie, Sapita... palavras, nomes, nicks que descrevem um ser humano de comportamento um tanto quanto peculiar. "
Será que eu realmente preciso dizer mais alguma coisa?!
Está lançado o desafio, Descreva-se, se puder!
Café sem açúcar!

Vivo uma fase meio:
Sem graça, confesso. Mas sei que é apenas o início de um novo incêndio.
É um fato, eu sou uma incendiária. Daqui a pouco acho outra fonte de calor, impossível ou não, invisto todas as minhas pequenas e sinceras faíscas, crescendo, pouco a pouco, incendiando, doendo, fazendo doer. E tudo começa outra vez.
"I gotta take a little time,
A little time to think things over
I better read between the lines,
In case I need it when I'm older"
Sobre Tatuagens.
Bom, essas idéias não são só minhas, por esses dias achei um site com imagens de pessoas que tatuaram isso ou mais ou menos isso. Tudo em nome do amor que todos eles tem a tecnologia.
Por questões de evolução de pensamento, tatuagens não são mais vistas como símbolo de marginalidade ou outras coisas ruins. Muito pelo contrário, penso eu, tatuagem é vista com a representação gráfica de tudo aquilo que determinada pessoa ama/se dedica/sente.

Fontes:
http://superdicas.de/imagens/chegou-a-vez-dos-nerds-se-tatuarem.html
http://superdicas.de/imagens/tatuagens-geeks-que-nao-sao-vistas-todos-os-dias.html
Ansiedade, consumismo e um cadinho de sentimentalismo.
É engraçada a forma como determinadas preocupações causam reações diferentes em mim. Talvez sejam o tais hormônios, talvez sejam os tais problemas. O fato é que: Tenho aqui um cartão de crédito, uma conta ativa e "verde" e muitos impulsos de comprar absolutamente tudo bonitinho que vejo pela frente. Sempre com a desculpa "Nossa, preciso tanto disso". Momento "Insight"
Sempre achei meio "balela" esse negócio de autoconhecimento. Mas de uns tempos para cá é isso que eu tenho mais feito. Não me sinto fechada, me sinto diferente, estar sozinha não é mais o problema que um dia foi.- Temos que ser centrados sempre.
Questionamentos?!
Descobri que o especial, quando é especial, é especial e ponto final. Sem porques, é especial e não se fala mais nisso.
Mas ai me pergunto: Se é especial, porque não deixar bem claro que é especial?
Hoje o cursor do editor de texto do blog apenas pisca na minha frente, enquanto minha mente dá voltas e voltas, a vontade de chorar, gritar, sorrir, fingir não ser, vai e depois volta.
Me dei conta, "Eu estou sozinha, novamente?!" - ou será que sempre estive e não percebi?
Esse é um post de questionamentos, certezas e loucuras. Essa é a única forma que tenho para dizer que tem coisas que nunca vão mudar em mim.
Roubei de um blog, algo que alguém muito especial em minha vida escreveu sobre ele mesmo (e quando ele fala dele mesmo... automaticamente ele fala de mim, visto que somos incrivelmente parecidos):
"Tenho uma capacidade inefável para construir castelos de areia. Acredito no improvável, deposito últimas esperanças nas exceções, todas as fichas são apostadas naquele número da roleta que ainda não saiu.
(...)
Basta uma fagulha, por menor que seja, para que o meu celeiro se incendei - e, então, controlar as chamas que ardem aqui dentro é quase impossível... Quando isso acontece, é preciso deixar que o fogo consuma tudo, num apetite voraz, para, no fim, quando restarem apenas cinzas, renascer. Tal qual a Fênix.
(...)
Um louco, por esperar pela exceção. Um irresponsável, por apostar onde não deveria. Tolo, louco, irresponsável, mas, sobretudo, incendiário."
A vontade agora, é a de pular os dias... sem viver e viver ao mesmo tempo. Apenas dormir, sem sentir, sem ver... o tempo passar.
Professora Thai.
Hoje, enquanto dava aula, me lembrei com saudade do tempo em que eu era a aluna que acha meu professor de infomática chato e vivia a visitar orkut e afins escondido.Professores são vistos como seres humanos diferentes, pelo menos eu via assim, como alguém que sempre sabe a resposta para os nossots questionamentos, aquele que temos curiosidade para saber onde mora, se namora, onde estudou ou se tem filhos. Me pergunto: Será que alguém tem a mesma curiosidade sobre mim?



