sexta-feira, 29 de abril de 2011

Bom é quando faz bem!

"Só o que eu posso te dizer é 'Bom é quando faz mal!'"(Bom é quando faz mal - Matanza) - Mas, e quando bom é quando faz bem?
E se ele acaba te propondo pequenas 'ilegalidades'?
Apenas viva, se imponha limites menos rígidos e fuja da rotina de vez em quando.
Saiba medir as coisas e perceber quando algo te faz realmente bem. Porque não existe coisa melhor do que chegar sorrindo em casa, dar 'boa noite' ou 'bom dia' a quem não conhece, não só por educação, mas também por vontade de falar, sorrir.
Isso não significa que eu vá apoiar alguém que diz ser feliz quando machuca alguém. Mas quando se é feliz sem interferir na vida do outro agora é hora de parar de se amarrar a certos conceitos impostos por uma sociedadade, que em sua grande parte, vive de aparências.
Apenas faça absolutamente tudo que esteja dentro dos seus limites.
Não olhe pra tras e não tenha medo do lanterninha do cinema. Faz bem.
terça-feira, 26 de abril de 2011

Bloqueio criativo-sentimental...

... tenho passado por isso, mas não significa que eu não use minha criatividade em outras áreas de minha própria vida ou que eu tenha parado de sentir. Eu apenas não sei mais como resumir em palavras tudo aquilo que eu tenho sentido ultimamente.
  A tal inspiração tem brincado de 'esconde-esconde' comigo; Quando posso escrever, ela some. Quando não posso, ela aparece.
  Eu fiz planos concretos de modo de vida e resolvi executar todos esses, mas existem determinadas coisas que não dependem de mim. Minha vida mudou de rumo em menos de 15 dias. E todos os planos foram sutilmente desfeitos por uma unica parte de mim que não me obedece: o meu coração.
  Eu não sei como descrever exatamente o que está acontecendo, não sei mesmo. Mas me limito a dizer que tenho me perdido dentro de olhares e toda vez que lembro sinto vontade de chorar, de alegria.
  Então fico assim, meio ausente-presente, olhando, fotografando, sentindo, deitando em puffs por ai...

  Sem mais,
  Thaís Leal.
segunda-feira, 11 de abril de 2011

Bolachas.

Vem cá, você já acordou se sentindo a última bolacha do pacote?
Muita gente encara essa expressão de forma ruim, mas ultimamente tenho me sentido assim. Isso tudo por conta de uma reeducação alimentar que entra em sua terceira segunda-feira, os jeans que vão ficando mais largos e até mesmo a aparição da extinta sra. cintura (nada demais, mas já alguma coisa).

Eu nunca fui uma gordinha preocupada com aparência física, nunca me meti em dietas loucas. Mas de uns tempos para cá, algumas coisas tem me incomodado e minha alimentação estava nesse grupo de coisas.
Não tem sido nada de outro mundo, uma troca aqui, outra ali. Não estou passando fome, muito menos vontade. O único problema mesmo é comer de 4 em 4 horas, no fim do dia fica aquela sensação de ter comido demais.

Por essas e outras, a inspiradíssima aqui anda achando que é uma bolacha de posição considerável dentro do pacote.
Roupas folgadas, sorriso no rosto e fibras, muitas fibras na bolsa.

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