quarta-feira, 25 de maio de 2011
Uma justificativa aceitável.
Tem algum tempo que não consigo escrever algo que realmente sirva para ser colocado no blog.
Na verdade, existe muito a ser dito, mas vir aqui e transformar sentimentos em palavras é o tipo de coisa que eu não quero fazer agora.
Tenho pensado em mudanças que fariam o blog evoluir de alguma forma, mas eu não sei se quero que isso aqui evolua. Porque com a evolução vem a necessidade de dedicação e nesse momento eu optei por não me dedicar inteiramente a nada em especial.
Com isso tudo só quero dizer que a inspiradíssima está bem, mas ela precisa de férias, de tudo.
Saibam que amo cada um de vocês, mesmo não sabendo quem são.
A unica coisa que sei é que é bom demais saber que tem alguém ai do outro lado, que bem ou mal, me lê.
Um beijo!
Na verdade, existe muito a ser dito, mas vir aqui e transformar sentimentos em palavras é o tipo de coisa que eu não quero fazer agora.
Tenho pensado em mudanças que fariam o blog evoluir de alguma forma, mas eu não sei se quero que isso aqui evolua. Porque com a evolução vem a necessidade de dedicação e nesse momento eu optei por não me dedicar inteiramente a nada em especial.
Com isso tudo só quero dizer que a inspiradíssima está bem, mas ela precisa de férias, de tudo.
Saibam que amo cada um de vocês, mesmo não sabendo quem são.
A unica coisa que sei é que é bom demais saber que tem alguém ai do outro lado, que bem ou mal, me lê.
Um beijo!
Os três pontos...
Durante três exatos dias ela teve certeza de que tudo aquilo estava prestes a acabar. Não acabar de uma vez, mas acabar de forma progressiva-regressiva. Aumentando e acabando, como numa onda.
Muitas foram as vezes em que ela terminou frases com três pontinhos e poucas foram as vezes em que ele se preocupou com isso.
Certo dia ela pensou em mandar uma mensagem:
"Gosto de você. Não se esqueça de nós..."
Leu, leu novamente e resolveu não enviar a mensagem.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Corre moça, corre...
Eu escrevo como um alguém desenfreado correndo pela rua num dia de chuva.
Essa pessoa que corre busca amor, busca alguém que talvez esteja o tempo inteiro com as malas arrumadas e passagens compradas para ir embora e deixa isso bem claro.
Essa pessoa que corre busca muito mais do que um amor, um alguém, ela busca aquela outra pessoa, busca a parte daquela pessoa que fez com que ela pudesse ser um pouco mais ela novamente.
Essa pessoa que corre busca amor, busca alguém que talvez esteja o tempo inteiro com as malas arrumadas e passagens compradas para ir embora e deixa isso bem claro.
Essa pessoa que corre busca muito mais do que um amor, um alguém, ela busca aquela outra pessoa, busca a parte daquela pessoa que fez com que ela pudesse ser um pouco mais ela novamente.
Chego a sentir o cheiro da chuva, a temperatura e confesso eu sou um pouco dessa moça. Eu invejo essa pessoa que corre, pelo menos ela se permite correr.
Corra moça, corra, pare de chorar e apenas corra.
Corra e enquanto corre lembre-se de dias inesquecíveis, beijos incontáveis e planos que vocês dois sabem que não 'cabem', mas mesmo assim não deixam de ser de vocês.
Não perca a chance de, pelo menos uma única vez na vida, fazer algo valer a pena.
E assim, mais uma vez, me sento e assisto filmes que se passam apenas na minha cabeça...
segunda-feira, 2 de maio de 2011
É bom saber...
É bom saber que alguém me 'lê'.
É bom saber que, de vez em quando, tem alguém ai do outro lado que sabe exatamente como eu me sinto.
É bom saber, é bom saber.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Bom é quando faz bem!
"Só o que eu posso te dizer é 'Bom é quando faz mal!'"(Bom é quando faz mal - Matanza) - Mas, e quando bom é quando faz bem?
E se ele acaba te propondo pequenas 'ilegalidades'?
Apenas viva, se imponha limites menos rígidos e fuja da rotina de vez em quando.
Saiba medir as coisas e perceber quando algo te faz realmente bem. Porque não existe coisa melhor do que chegar sorrindo em casa, dar 'boa noite' ou 'bom dia' a quem não conhece, não só por educação, mas também por vontade de falar, sorrir.
Isso não significa que eu vá apoiar alguém que diz ser feliz quando machuca alguém. Mas quando se é feliz sem interferir na vida do outro agora é hora de parar de se amarrar a certos conceitos impostos por uma sociedadade, que em sua grande parte, vive de aparências.
Apenas faça absolutamente tudo que esteja dentro dos seus limites.
Não olhe pra tras e não tenha medo do lanterninha do cinema. Faz bem.
E se ele acaba te propondo pequenas 'ilegalidades'?
Apenas viva, se imponha limites menos rígidos e fuja da rotina de vez em quando.
Saiba medir as coisas e perceber quando algo te faz realmente bem. Porque não existe coisa melhor do que chegar sorrindo em casa, dar 'boa noite' ou 'bom dia' a quem não conhece, não só por educação, mas também por vontade de falar, sorrir.
Isso não significa que eu vá apoiar alguém que diz ser feliz quando machuca alguém. Mas quando se é feliz sem interferir na vida do outro agora é hora de parar de se amarrar a certos conceitos impostos por uma sociedadade, que em sua grande parte, vive de aparências.
Apenas faça absolutamente tudo que esteja dentro dos seus limites.
Não olhe pra tras e não tenha medo do lanterninha do cinema. Faz bem.
terça-feira, 26 de abril de 2011
Bloqueio criativo-sentimental...
... tenho passado por isso, mas não significa que eu não use minha criatividade em outras áreas de minha própria vida ou que eu tenha parado de sentir. Eu apenas não sei mais como resumir em palavras tudo aquilo que eu tenho sentido ultimamente.
A tal inspiração tem brincado de 'esconde-esconde' comigo; Quando posso escrever, ela some. Quando não posso, ela aparece.
Eu fiz planos concretos de modo de vida e resolvi executar todos esses, mas existem determinadas coisas que não dependem de mim. Minha vida mudou de rumo em menos de 15 dias. E todos os planos foram sutilmente desfeitos por uma unica parte de mim que não me obedece: o meu coração.
Eu não sei como descrever exatamente o que está acontecendo, não sei mesmo. Mas me limito a dizer que tenho me perdido dentro de olhares e toda vez que lembro sinto vontade de chorar, de alegria.
Então fico assim, meio ausente-presente, olhando, fotografando, sentindo, deitando em puffs por ai...
Sem mais,
Thaís Leal.
A tal inspiração tem brincado de 'esconde-esconde' comigo; Quando posso escrever, ela some. Quando não posso, ela aparece.
Eu fiz planos concretos de modo de vida e resolvi executar todos esses, mas existem determinadas coisas que não dependem de mim. Minha vida mudou de rumo em menos de 15 dias. E todos os planos foram sutilmente desfeitos por uma unica parte de mim que não me obedece: o meu coração.
Eu não sei como descrever exatamente o que está acontecendo, não sei mesmo. Mas me limito a dizer que tenho me perdido dentro de olhares e toda vez que lembro sinto vontade de chorar, de alegria.
Então fico assim, meio ausente-presente, olhando, fotografando, sentindo, deitando em puffs por ai...
Sem mais,
Thaís Leal.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Bolachas.
Vem cá, você já acordou se sentindo a última bolacha do pacote?
Muita gente encara essa expressão de forma ruim, mas ultimamente tenho me sentido assim. Isso tudo por conta de uma reeducação alimentar que entra em sua terceira segunda-feira, os jeans que vão ficando mais largos e até mesmo a aparição da extinta sra. cintura (nada demais, mas já alguma coisa).
Eu nunca fui uma gordinha preocupada com aparência física, nunca me meti em dietas loucas. Mas de uns tempos para cá, algumas coisas tem me incomodado e minha alimentação estava nesse grupo de coisas.
Não tem sido nada de outro mundo, uma troca aqui, outra ali. Não estou passando fome, muito menos vontade. O único problema mesmo é comer de 4 em 4 horas, no fim do dia fica aquela sensação de ter comido demais.
Por essas e outras, a inspiradíssima aqui anda achando que é uma bolacha de posição considerável dentro do pacote.
Roupas folgadas, sorriso no rosto e fibras, muitas fibras na bolsa.
Muita gente encara essa expressão de forma ruim, mas ultimamente tenho me sentido assim. Isso tudo por conta de uma reeducação alimentar que entra em sua terceira segunda-feira, os jeans que vão ficando mais largos e até mesmo a aparição da extinta sra. cintura (nada demais, mas já alguma coisa).Eu nunca fui uma gordinha preocupada com aparência física, nunca me meti em dietas loucas. Mas de uns tempos para cá, algumas coisas tem me incomodado e minha alimentação estava nesse grupo de coisas.
Não tem sido nada de outro mundo, uma troca aqui, outra ali. Não estou passando fome, muito menos vontade. O único problema mesmo é comer de 4 em 4 horas, no fim do dia fica aquela sensação de ter comido demais.
Por essas e outras, a inspiradíssima aqui anda achando que é uma bolacha de posição considerável dentro do pacote.
Roupas folgadas, sorriso no rosto e fibras, muitas fibras na bolsa.
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